A Carta X

Novidades

Aprendemos demais sobre a Carta X desde que o documento original foi publicado. Vamos divulgar aqui novidades até que o documento seja totalmente atualizado. Esa sessão irá também servir como um review rápido e atualizado sobre o que é a Carta X e como usar.

Deseja incorporar a Carta X ao seu jogo? Sem problema! A Carta X é publicado segundo uma licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Unported (CC BY-SA 3.0) License. Apenas dê os créditos a John Stavropoulos e coloque o link desse documento: http://tinyurl.com/x-card-rpg

A Carta X é uma ferramenta opcional criada por John Stavropoulos, que permita a qualquer um em seu jogo (inclusive você) para permitir que conteúdos que sejam incômodos a qualquer um seja removida de jogo a qualquer momento. Como muitos RPGs são exercícios de improvisação e não somos capazes de perceber o vai acontecer até acontecer, e possível que o jogo acabe tomando um rumo que as pessoas não querem. A Carta X é uma ferramente simples que procura resolver esse tipo de situação tão logo ela apareça.

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Sparks em Fate Básico

Jason Pitre Escritor
John Adamus Editor
Mark Richardson Layout
Paulo Guerche Tradução
Fate Masters Apoio
Fábio Silva Diagramação
Fábio Costa Versão para Web/Markdown

Nota

Esta tradução foi feita à partir do arquivo A Spark In Fate Core, disponível na seção de downloads para Fate Básico do site da Evil Hat. O arquivo é gratuito e absolutamente nada do que está presente neste documento é de minha autoria, sendo de minha responsabilidade apenas a tradução deste rico material de criação de cenários para o público lusófono.

Atenciosamente,

Paulo.

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Fate Básico e Fate Acelerado são dois RPGs diferentes?

Publicado originalmente na RedeRPG

TL;DR: Não! Fate Acelerado e Fate Básico, ainda que tenham pequenas mudanças em detalhes das regras, são o mesmo sisteam de RPG.

Primeiro de tudo, vamos à apresentação.

Meu nome é Fábio Costa, sou conhecido como Mr. Mickey, e jogo RPG desde os 9 anos (tenho 38 agora). Já passei pelos mais diversos sistemas e atualmente venho me dedicando ao Fate, da Evil Hat Production, trazido para o Brasil pela Solar Entretenimento. Atualmente mantenho dois podcasts, o Fate Masters e o Rolando +4.

O Fate como o conhecemos atualmente (o Fate Básico) surgiu de uma limpeza feita no Fate 3.0, o sistema que é utilizado no Espírito do Século, publicado no Brasil pela Retropunk. Ele procurou deixar o sistema ainda mais simples ao remover uma série de duplicidades de regras e enxutar as mesmas ao máximo.

Com esse foco, muitos acreditam que Fate Acelerado foi um RPG criado para ser familiar e simplíssimo. O que seria o equivalente ao nosso 3D&T, voltado para a diversão e velocidade. O que acabou lhe rendendo um Origin em 2014 como Best Family Game e recebeu uma série de cenários mais leves o usando como sistema base: Strays, Young Centurions, Do: Fate of the Pilgrim Temple, Good Neighbors, Bukatsu!, entre outros.

Desde então existe um debate de se FAE é realmente parte do Fate Básico ou um RPG à parte, o que incomoda até mesmo um dos autores originais do Fate, Fred Hicks. Os seus “detratores” dizem que a simplicidade do mesmo e o foco nas Abordagens no lugar das Perícias, além de outros pequenos detalhes, tornam FAE um produto à parte.

Então, dito tudo isso, vamos começar a explicar porque FAE e Fate Básico são o mesmo RPG.

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